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Por outra forma de reconhecimento: : as críticas de Rancière e Safatle a Honneth

    1. [1] UFPR
  • Localización: Princípios: Revista de Filosofia, ISSN-e 0104-8694, Vol. 30, Nº. 62, 2023 (Ejemplar dedicado a: Princípios: Revista de Filosofia (UFRN))
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • A struggle for another recognition: Rancière's and Safatle's critiques of Honneth
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Esta contribuição tem por intuito apresentar duas críticas feitas à teoria do reconhecimento de Axel Honneth. Primeiramente, será exposta a crítica feita por Jacques Rancière em Recognition or disagreement às concepções de “reconhecimento” e “luta por reconhecimento” honnethianas. Mostrar-se-á em que medida, para Rancière, tais concepções, podendo ser entendidas como “identitaristas” e pressupondo uma noção de relações sociais marcadas por reciprocidade ou simetria, fracassariam na reivindicação por “uma forma mais larga de universalismo”. Em seguida, será apresentada a crítica de Safatle à concepção de reconhecimento honnethiana, sobretudo a partir da argumentação desenvolvida em Grande Hotel Abismo. Buscar-se-á mostrar como Safatle, contrapondo-se a Honneth, propõe um retorno a Hegel para defender uma concepção de reconhecimento na qual o “outro” não deve ser entendido meramente como uma outra consciência-de-si dotada de um sistema de interesses próprio, mas como “uma alteridade mais profunda” – o que implicaria no entendimento da confrontação com o elemento do indeterminado ou do negativo como uma experiência fundamental no processo de formação da identidade.

    • English

      The purpose of this contribution is to present two critiques of Axel Honneth's theory of recognition. First, the critique made by Jacques Rancière in Recognition or Disagreement of Honnethian conceptions of "recognition" and "struggle for recognition" will be presented. It will be shown to what extent, for Rancière, such conceptions, which can be understood as "identitarian" and presuppose a notion of social relations marked by reciprocity or symmetry, would fail in the claim for "a broader form of universalism." Next, Safatle's critique of the Honnethian conception of recognition will be presented, especially based on the argumentation developed in Grande Hotel Abismo. We will try to show how Safatle, in opposition to Honneth, proposes a return to Hegel in order to defend a conception of recognition in which the "other" should not be understood merely as another consciousness-of-self endowed with its own system of interests, but as "a deeper otherness" - which would imply understanding the confrontation with the element of the indeterminate or the negative as a fundamental experience in the process of identity formation.


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