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A teoria dos dois sistemas de Kahneman: Uma crítica a partir da perspectiva ecológica gibsoniana

    1. [1] UNESP-Marília-SP. GAEC (Grupo Acadêmico de Estudos Cognitivos).
    2. [2] UNESP-Botucatu-SP
  • Localización: Princípios: Revista de Filosofia, ISSN-e 0104-8694, Vol. 28, Nº. 55, 2021 (Ejemplar dedicado a: Princípios: Revista de Filosofia (UFRN))
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Kahneman's theory of two systems assumes that human decision-making in economy is based on two systems, one that is automatic, intuitive and mostly unconscious, and another one that is reflexive, rational and fully conscious. We consider his approach incomplete in the means that the conception of systems 1 and 2 is not sufficient to explain the human decision-making processes. In this paper, our challenge is to show that unlike Kahneman systems, decision-making is anchored on direct perception of affordances and it is the basis of conceptual choices, which involve sensorimotor experiences of agent-reciprocity environment. We conclude this paper, arguing that, unlike the concept of Kahnemanian system 1, in the ecological perspective, decision making comes from non-conceptual experiences, from direct, non-automatic perception, without involving mental representations and information processing.

    • português

       A Teoria dos Dois Sistemas, proposta por Kahneman (2011), pressupõe que a tomada de decisão no contexto econômico se baseia em dois sistemas, um que é automático, intuitivo e principalmente inconsciente e outro reflexivo, racional e totalmente consciente. Consideramos a abordagem kahnemaniana incompleta na medida em que a concepção dos sistemas 1 e 2 não é suficiente para explicar os processos de tomada de decisão. Neste artigo, nosso desafio é mostrar que, diferentemente dos sistemas de Kahneman, a tomada de decisão está ancorada na percepção direta de affordances e é a base das escolhas conceituais, que envolvem experiências sensório-motoras advindas da reciprocidade entre agente e ambiente. Concluímos este artigo, argumentando que, diferentemente da concepção de sistema 1 kahnemaniano, na perspectiva ecológica, a tomada de decisão advém de experiências não conceituais, da percepção direta, não automática, sem envolver representações mentais e processamento de informações.


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