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O diálogo bíblico em “A cristã nova”, de Machado de Assis

    1. [1] Universidade Federal de São Carlos

      Universidade Federal de São Carlos

      Brasil

  • Localización: Anais do Colóquio Internacional Vicente e Dora Ferreira da Silva e do Seminário de Poesia "Poesia, Filosofia e Imaginário" / coord. por Enivalda Nunes Freitas e Souza, Elzimar Fernanda Nunes Ribeiro, 2015
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Machado de Assis estabelece um forte diálogo com diferentes autores no iníciode sua carreira. Isso se dará especialmente na forma das epígrafes que acompanham seuspoemas, as quais eram assinadas por autores diversos, como Homero, Dante, Mickiewicz,Victor Hugo, Mme. de Staël, Filinto Elísio, Almeida Garrett, Shakespeare, Álvares deAzevedo, Gonçalves Dias e tantos outros. São trinta e uma epígrafes distribuídas nasCrisálidas (1864), Falenas (1870) e Americanas (1875). Machado, que é apontado por seusbiógrafos como um ávido leitor do Eclesiastes, não excluiu de suas epígrafes os textosbíblicos. Nelas há espaço para o Gênesis, os Cantares de Salomão, Naum e Mateus. O que fazde “A cristã nova”, poema das Americanas, uma composição interessante para a observaçãodo texto bíblico nos poemas machadianos é o fato de o próprio título do poema sugerir certacristandade acrescentada de adjetivo que a modifica, nova. Somamos a isso, principalmente, aepígrafe recortada de Naum e o Salmo 136 posto, no interior do poema, na boca de um velhojudeu. Buscamos, nesse trabalho, estudar o diálogo que o poema de Machado estabelece comos textos da Bíblia que o cercam na tentativa de melhor enxergar a costura feita no poema.


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