Brasil
Propomos analisar como o cineasta pernambucano Cláudio Assis desafiou suaprópria linguagem cinematográfica e provocou uma nova perspectiva estética a partir dolonga-metragem Febre do rato (2011). O filme agrega, em respondibilidade, elementos dediscursos (midiáticos ou não) ocidentais canônicos e avança com poemas criados peloprotagonista. Como mote teórico, temos o cinema de poesia idealizado por Pier Paolo Pasolinie o conceito de cinema literário – que reverbera o pensamento de Mikhail Bakhtin no quetange ao estudo dialógico da tradução coletiva no grande tempo das artes.
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