Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Cinema em guerra; cinema de poesia: a eternidade e um dia, de Theo Angelopoulos

    1. [1] Universidade Federal de Uberlândia

      Universidade Federal de Uberlândia

      Brasil

  • Localización: Anais do Colóquio Internacional Vicente e Dora Ferreira da Silva e do Seminário de Poesia "Poesia, Filosofia e Imaginário" / coord. por Enivalda Nunes Freitas e Souza, Elzimar Fernanda Nunes Ribeiro, 2015
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Uma das características mais marcantes do cinema do cineasta grego TheoAngelopoulos, falecido em 2012, é a elaboração de longos planos sequências que, muitasvezes, em seus filmes funcionam como reflexões sobre o passado, o correr do tempo e oslimites espaço-temporais. Esta proposta de estudo pretende desenhar um exercício de leiturado texto fílmico A eternidade e um dia (1998), tendo como ponto de partida a ideia-noção de“Cinema de poesia,” tomada a partir das reflexões de Pier Paolo Pasolini (1966, p.267-287), eenfatizando o modo como o cineasta grego, pela via de um caminho diferencial em relação àlinguagem cinematográfica tradicional, não se restringe, no tratamento da temática dosconflitos nos Bálcãs, à produção de signos que representam o fluxo contínuo das imagensmovimento. Se, nos filmes de guerra tradicionais, o choque confunde-se com a violênciafigurativa do representado; no cinema de Theo Angelopoulos, a guerra nos Bálcãs é tocadapor um ângulo enviesado e brumoso, o choque não se dá apenas no campo temático, eleatinge "essa outra violência de uma imagem-movimento desenvolvendo suas vibrações numasequência móvel que se aprofunda em nós” (DELEUZE, 1990, p.190). Está nos planos,ângulos e sequências, na maneira como são tratados o espaço e especialmente o tempo.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno