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Irreversível, de Gaspar Noé: a beleza no lugar do infortúnio, lugar onde convergem cinema e poesia

    1. [1] Universidade Federal de Uberlândia

      Universidade Federal de Uberlândia

      Brasil

  • Localización: Anais do Colóquio Internacional Vicente e Dora Ferreira da Silva e do Seminário de Poesia "Poesia, Filosofia e Imaginário" / coord. por Enivalda Nunes Freitas e Souza, Elzimar Fernanda Nunes Ribeiro, 2015
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • No encontro entre poesia e cinema, é preciso ver onde, em um filme, algocorta e nos arrebata para um estado de suspensão de sentidos. A proposição é a de que alíngua do cinema de poesia suposta pelo cineasta italiano Pasolini comportaria umenigma poético que nos colocaria arrebatados como a personagem literária Lol. V. Steindestacada por Lacan na homenagem à Marguerite Duras (1965). Trata-se de sercapturado nas imagens de um filme no lugar onde a incredulidade opera. Essa línguaseria feita de letra, letra feita de traços que convergem com o inconsciente, a imagemcomo um traço que corta. Nessa língua está posto o estilo de autoria de um filme porcomportar esse traço singular. O filme Irreversível (2002), do cineasta contemporâneoGaspar Noé, cujo peso de todas as cenas e sequências é o próprio movimento daangústia marcado por cenas de sexo e violência, nos mostra isso. Mas, o arrebatamentose dá em suas cenas finais por comportarem toda a beleza do espaço, do tempo, do amore de Alex, pois tanta beleza nos arrebata por ser o lugar do infortúnio, lugar ondeconvergem cinema e poesia.


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