Esta revisión de la literatura destaca la alta incidencia y prevalencia del consumo de psicoestimulantes, particularmente metilfenidato y lisdexanfetamina, entre estudiantes de medicina, como lo demuestran estudios nacionales e internacionales. La metodología utilizada fue principalmente la investigación en bases de datos científicas enfocadas al área de Ciencias de la Salud, como PubMed, Scielo y MEDLINE. El metilfenidato fue identificado como la sustancia más consumida, predominantemente por estudiantes varones, siendo Estados Unidos el país con el mayor consumo registrado (5-7% de la comunidad académica). Una parte importante de estos estudiantes consume anfetaminas sin receta médica. Las principales motivaciones reportadas incluyen mejorar el rendimiento académico ante la alta carga de trabajo y exigencias curriculares, aumentar la concentración y la motivación y reducir los periodos de descanso. Sin embargo, el uso inadecuado y excesivo de estas sustancias puede desencadenar efectos adversos, como ansiedad, insomnio, taquicardia, pérdida de peso, náuseas y vómitos (Vasconcelos Neto et al., 2018). Además, Monteiro et al.(2017) destacan que el uso indiscriminado puede llevar a sobredosis, dependencia del fármaco y exacerbación de efectos secundarios, incluyendo depresión, psicosis, inestabilidad emocional y síntomas de abstinencia, como fatiga e hiperactividad, tras una suspensión abrupta. Estos hallazgos resaltan la necesidad urgente de medidas preventivas, políticas regulatorias y campañas de concientización para mitigar los riesgos asociados con el uso indebido de psicoestimulantes, promoviendo la salud mental y física de los estudiantes de medicina a nivel mundial.
This literature review highlights the high incidence and prevalence of psychostimulant use, particularly Methylphenidate and Lisdexamfetamine, among medical students, as demonstrated by national and international studies. The methodology used was mainly research in scientific databases focused on the area of Health Sciences, such as PubMed, Scielo and MEDLINE. Methylphenidate was identified as the most commonly used substance, predominantly among male students, with the United States holding the global record for consumption (5–7% of the academic community). A significant proportion of these students consume amphetamines without medical prescription. The primary motivations reported include enhanced academic performance in response to demanding curricula, improved concentration and motivation, and reduced resting periods. However, the improper and excessive use of these substances can lead to adverse effects, including anxiety, insomnia, tachycardia, weight loss, nausea, and vomiting (Vasconcelos Neto et al., 2018). Furthermore, Monteiro et al.(2017) report that indiscriminate use may result in overdose, drug dependence, and exacerbation of side effects, such as depression, psychosis, emotional instability, and withdrawal symptoms like fatigue and hyperactivity upon abrupt discontinuation. These findings underscore the urgent need for preventive measures, regulatory policies, and awareness campaigns to mitigate the risks associated with psychostimulant misuse, thus safeguarding the mental and physical health of medical students globally.
Esta revisão de literatura evidencia a alta incidência e prevalência do consumo de psicoestimulantes, particularmente Metilfenidato e Lisdexanfetamina, entre estudantes de Medicina, conforme demonstrado por estudos nacionais e internacionais. A metodologia utilizada foi principalmente a pesquisa em bancos de dados científicos voltadas para aárea das Ciências da Saúde, como PubMed, Scielo e MEDLINE. O Metilfenidato foi identificado como a substância mais utilizada, Predominantemente por estudantes do sexo masculino sendo os Estados Unidos o país com maior consumo registrado (5–7% da comunidade acadêmica). Uma parcela significativa desses estudantes faz uso de anfetaminas sem prescrição médica. As principais motivações relatadas incluem a melhoria do desempenho acadêmico frente à alta carga horária e exigências curriculares, aumento da concentração e da motivação, além da redução dos períodos de descanso. No entanto, o uso inadequado e excessivo dessas substâncias pode desencadear efeitos adversos, como ansiedade, insônia, taquicardia, perda de peso, náusea e vômito (Vasconcelos Neto et al., 2018). Além disso, Monteiro et al. (2017) destacam que o uso indiscriminado pode levar à superdosagem, dependência medicamentosa e exacerbação de efeitos colaterais, incluindo depressão, psicose, instabilidade emocional e sintomas de abstinência, como fadiga e hiperatividade, após suspensão abrupta. Esses achados ressaltam a necessidade urgente de medidas preventivas, políticas regulatórias e campanhas de conscientização para mitigar os riscos associados ao uso indevido de psicoestimulantes, promovendo a saúde mental e física dos estudantes de Medicina em âmbito global.
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