La humanidad ha enfrentado desafíos a lo largo de la historia interpretados por la escuela para dar continuidad a la vida frente a cada cambio y reto que se presenta. Las conquistas, las revoluciones industriales, tecnológicas, las guerras, las pandemias, las migraciones, el cambio climático, la discriminación, entre otros, se abordan en la escuela con el fin de mitigar, cambiar, entender para no repetir o evolucionar. No obstante, la aproximación a estas dinámicas globales requiere de una reflexión profunda ante la necesidad de resignificar las intervenciones a partir de la realidad poblacional, desde sus características, necesidades, intereses, potencialidades y dificultades para resignificar el acto educativo desde quien aprende, especialmente en contextos socioeconómicos menos favorecidos. Desde esta perspectiva, este artículo hace parte de la revisión bibliográfica para el estado del arte, de la investigación Doctoral en desarrollo “Enseñanza del Inglés: orientaciones pedagógicas basadas en la neuroeducación” en la Universidad Santo Tomás. Principalmente se profundiza en la necesidad de considerar la integralidad en la persona que aprende con relación a la educabilidad. En este sentido, se consultan veinte textos científicos clasificados según su relevancia en las principales bases de datos, las métricas de consulta y la rigurosidad en el presupuesto metodológico. Se sistematizan los textos en el software Atlas.ti 24.
La revisión a la literatura profundiza en las motivaciones que el estudiante configura con relación al aprendizaje de una segunda lengua, y las brechas e inequidades del proceso de aprendizaje entre localidades del Distrito Capital que impactan esta construcción individual. Como conclusión general se encuentra que los estudiantes en el contexto público de básica secundaria y media asisten a las instituciones con grandes ausencias a nivel emocional, a nivel social, a nivel ético y a nivel biológico, que los ubican en desventaja frente a niños de colegios en contextos favorecidos o instituciones del sector privado.
Humans have consistently faced significant challenges throughout history, and educational institutions play a crucial role in analyzing these events to ensure the continuity of life in the face of change. Issues such as conquests, wars, pandemics, migrations, climate change, and discrimination must be addressed in schools to foster understanding and develop strategies that prevent their recurrence while promoting progress. To effectively tackle these global dynamics, it is imperative to redefine interventions based on the unique realities of the population. This involves a comprehensive assessment of their features, needs, interests, potential, and challenges, ensuring that educational interventions are restructured from the learner's perspective, particularly for those in disadvantaged socioeconomic contexts.
This article represents a vital part of a comprehensive literature review conducted in the doctoral research project at Santo Tomás University titled Teaching English: Pedagogical Orientations Based on Neuroeducation. It highlights the necessity of considering the holistic development of learners in relation to their educational potential. In this regard, twenty scientifically relevant documents have been meticulously consulted and categorized, relying on established databases, consultation metrics, and rigorous methodology. The analysis has been expertly organized using Atlas.ti 24 software.
The literature review robustly examines the motivations students cultivate toward learning a second language, while also exposing the systemic gaps and inequalities that hinder the learning process across various localities in the Capital District. This directly impacts individual educational trajectories. A critical conclusion drawn from the review is that high school students in public schools frequently suffer deficiencies in emotional, social, economic, ethical, and biological areas. This significant disadvantage compared to peers in private institutions or more privileged contexts severely affects their motivation to learn an additional language beyond their mother tongue.
A humanidade enfrentou desafios ao longo da história, interpretados pela escola para dar continuidade à vida frente a cada mudança e desafio que surge. As conquistas, as revoluções industriais, tecnológicas, as guerras, as pandemias, as migrações, a mudança climática, a discriminação, entre outros, são abordados na escola para mitigar, mudar, entender para não repetir ou evoluir. No entanto, a aproximação a essas dinâmicas globais exige uma profunda reflexão sobre a necessidade de ressignificar as intervenções com base na realidade populacional, considerando suas características, necessidades, interesses, potencialidades e dificuldades para ressignificar o ato educativo a partir da perspectiva do aprendiz, especialmente em contextos socioeconômicos menos favorecidos.
Nessa perspectiva, este artigo faz parte da revisão bibliográfica para o estado da arte da pesquisa de Doutorado em desenvolvimento "Ensino de Inglês: Diretrizes Pedagógicas Baseadas na Neuroeducação" na Universidade Santo Tomás. Principalmente, aprofunda-se na necessidade de considerar a integralidade da pessoa que aprende com relação à educabilidade. Nesse sentido, foram consultados vinte textos científicos classificados conforme sua relevância nas principais bases de dados, métricas de consulta e rigor metodológico. Os textos são sistematizados no software Atlas.ti 24.
A revisão da literatura aprofunda-se nas motivações que o aluno configura em relação à aprendizagem de uma segunda língua e nas lacunas e desigualdades do processo de aprendizagem entre localidades do Distrito Capital que impactam essa construção individual. Como conclusão geral, verifica-se que os alunos no contexto público do ensino secundário e médio frequentam instituições com grandes ausências a nível emocional, social, ético e biológico, o que os coloca em desvantagem em relação a crianças de escolas em contextos favorecidos ou instituições do setor privado.
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