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Modern mechanisms for combating abusive clauses in insurance documents “a comparative study”

    1. [1] University of Ghardaia

      University of Ghardaia

      Argelia

  • Localización: Journal of Law and Sustainable Development, ISSN-e 2317-4056, ISSN 2764-4170, Vol. 13, Nº. 4, 2025
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Mecanismos modernos para combatir las cláusulas abusivas en los documentos de seguro “un estudio comparativo”
    • Mecanismos modernos de combate às cláusulas abusivas em documentos de seguro “um estudo comparativo”
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo:Restablecer el equilibrio entre las obligaciones de ambas partes del contrato de seguro, evitar que las aseguradoras priven al asegurado de la indemnización y promover una cultura del seguro otorgando a los jueces la facultad discrecional para modificar el contrato y eliminar o anular cláusulas abusivas con base en el orden público económico.Marco teórico:El estudio se basa en la extracción de ejemplos de cláusulas de seguro de contratos disponibles en el mercado y su comparación con listas modelo consideradas abusivaspor el legislador. También analiza hasta qué punto el sistema legal es capaz de proteger al asegurado del abuso.Método:Este estudio adopta una metodología descriptiva, analítica y comparativa.Resultados y discusión:Los contratos de seguro están plagados de cláusulas abusivas. La protección legal en Francia es más sólida porque los jueces tienen la facultad de modificar los contratos, eliminar cláusulas abusivas y restablecer los derechos del asegurado. En cambio, la legislación argelina no anula las cláusulas abusivas que se ajustan a las listas modelo, sino que simplemente impone una multa económica a la compañía de seguros en virtud de la Ley de Prácticas Comerciales. Si bien el Código Civil argelino anula ciertas cláusulas abusivas, el enfoque basado en listas es insuficiente y no se adapta a la evolución actual. Como resultado, el asegurado continúa sufriendo abusos y se ve privado de indemnización hasta la fecha.Implicaciones de la investigación:Esta investigación contribuye a impulsar la necesaria intervención legislativa para frenar el abuso de las compañías de seguros, que se lucran a costa de los asegurados al imponerles obligaciones preventivas que ayudan a evitar daños y a garantizar una indemnización oportuna en caso de siniestro. Tambiénfomenta la formación de un frente unido de consumidores contra los conglomerados económicos de seguros.Originalidad/Valor:Este estudio presenta una idea innovadora al proponer nuevas medidas para proteger al asegurado del abuso de las compañías de seguros. Estas incluyen: -Otorgar a los jueces la facultad de intervenir automáticamente para eliminar las cláusulas abusivas. -Imponer la revisión y aprobación previa de los contratos de seguro por una autoridad competente antes de permitir su circulación. -Exigir a las compañías de seguros que ofrezcan servicios preventivos a los asegurados para reducir el riesgo. -Prohibir a las compañías de seguros denegar la indemnización tras un siniestro. -Suspender las actividades de las compañías de seguros abusivas hasta que se modifiquen sus contratos para eliminar las cláusulas abusivas

    • English

      Objective:To restore the balance between the obligations of both parties to the insurance contract, prevent insurance companies from depriving the insured of compensation, and promote a culture of insurance by granting judges discretionary authority to modify the contract and remove or annul abusive clauses based on economic public policy.Theoretical Framework:The study is based on extracting examples of insurance clauses from contracts available in the market and comparing them with model lists deemed abusive by the legislator. It also discusses the extent to which the legal system is capable of protecting the insured from abuse.Method:This study adopts a descriptive, analytical, and comparative methodology.Results and Discussion:Insurance contracts are full of abusive clauses. Legal protection in France is stronger because judges are granted the authority to amend contracts, remove abusive clauses, and restore the rights of the insured. In contrast, Algerian legislation does not annul abusive clauses that match the model lists but merely imposes a financial fine on the insurance company under the Commercial Practices Law. Although the Algerian Civil Code nullifies certain abusive clauses, the list-based approach is insufficient and fails to keep up with developments. As a result, the insured continues to suffer from abuse and is deprived of compensation to this day.Research Implications:This research contributes to urging necessary legislative intervention to stop the abuse of insurance companies, which profit at the expense of policyholders by imposing preventive obligations on insurers that help avoid damage and ensure timely compensation when a disaster occurs. It also encourages the formation of a united front of consumers against economic insurance conglomerates.Originality/Value:This study presents a new idea by proposing new measures to protect the insured from the abuse of insurance companies. These include:-Granting judges the authority to intervene automatically to remove abusive clauses.-Imposing prior review and approval of insurance contracts by a competent authority before allowing their circulation.-Requiring insurance companies to offer preventive services to the insured to reduce risk.-Prohibiting insurance companies from denying compensation after a loss occurs.-Suspending the activities of abusive insurance companies until their contracts are amended to remove abusive clauses.

    • português

      Objetivo:Restaurar o equilíbrio entre as obrigações de ambas as partes no contrato de seguro, impedir que as seguradoras privem o segurado de indenização e promover umacultura de seguro, concedendo aos juízes autoridade discricionária para modificar o contrato e remover ou anular cláusulas abusivas com base em políticas públicas econômicas.Referencial Teórico:O estudo baseia-se na extração de exemplos de cláusulas deseguro de contratos disponíveis no mercado e na comparação com listas-modelo consideradas abusivas pelo legislador. Discute-se também em que medida o sistema jurídico é capaz de proteger o segurado de abusos.Método:Este estudo adota uma metodologia descritiva, analítica e comparativa.Resultados e Discussão:Os contratos de seguro estão repletos de cláusulas abusivas. A proteção jurídica na França é mais forte porque os juízes têm autoridade para alterar contratos, remover cláusulas abusivas e restaurar os direitos do segurado. Em contrapartida, a legislação argelina não anula cláusulas abusivas que se enquadrem nas listas-modelo, mas apenas impõe uma multa pecuniária à seguradora, nos termos da Lei de Práticas Comerciais. Embora o Código Civil Argelinoanule certas cláusulas abusivas, a abordagem baseada em listas é insuficiente e não acompanha a evolução dos casos. Como resultado, o segurado continua sofrendo abusos e é privado de indenização até hoje.Implicações da Pesquisa:Esta pesquisa contribui para a necessidade de intervenção legislativa para coibir o abuso das seguradoras, que lucram às custas dos segurados, impondo obrigações preventivas às seguradoras que ajudam a evitar danos e garantir indenização oportuna em caso de desastre. Também incentiva a formação de uma frente unida de consumidores contra os conglomerados econômicos de seguros.Originalidade/Valor:Este estudo apresenta uma nova ideia ao propor novas medidas para proteger o segurado do abuso das seguradoras. Estas incluem: -Conceder aos juízes a autoridade para intervir automaticamente para remover cláusulas abusivas. -Impor a revisão e aprovação prévias dos contratos de seguro por uma autoridade competente antes de permitir sua circulação. -Exigir que as seguradoras ofereçam serviços preventivos aos segurados para reduzir o risco. -Proibir as seguradoras de negar indenização após a ocorrência de um sinistro. -Suspender as atividades de seguradoras abusivas até que seus contratos sejam alterados para remover as cláusulas abusivas


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