El objetivo de este estudio fue investigarlos conocimientos y las prácticas adoptadaspara abordar el embarazo adolescente por profesionales de atención primaria que trabajan en el barrio Jardim Noroeste de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul, Centro-Oeste de Brasil, y por niñas de 14 a 14años. 18, la mayoría de los cuales residían en este mismo barrio. Este estudio cuantitativo, descriptivo y transversal se basó en datos primarios recopilados a partir de entrevistas estructuradas en la unidad básica de salud (UBS) local y en escuelas públicas, y también durante visitas domiciliarias y círculos de discusión en varios lugares del vecindario. La mayoría (53,8%) de los 28 trabajadores comunitarios de salud entrevistados informaron no conocer la frecuencia con la que se realizaban campañas de sensibilización sobre el embarazo adolescente en la BHU, a pesar de que el 69,2% informó participar en las campañas. Entre otros 33 profesionales de la salud de la unidad, el 42,4% y el 12,1% mencionaron una alta incidencia de infecciones urinarias y diabetes gestacional en el embarazo adolescente, respectivamente. Esto pone de relieve la necesidad de formación y educación continua de los profesionales. De las 107 niñas entrevistadas, el 55,1% no mencionó reducir el número de parejas para prevenir el embarazo, mientras que el 34,6% cree que la vacunación contra el VIH antes del inicio de la vida sexual o los exámenes cervicales preventivos, mencionados por el 46,7%, pueden prevenir el embarazo, reforzando la necesidad de brindar información de calidad a este público.
Este trabalho teve como objetivo analisar o conhecimento e a prática deadolescentes de 14 a 18 anos, em sua maioria residentes no bairro JardimNoroeste de Campo Grande, MS, e de profissionais de saúde da AtençãoPrimáriado Jardim Noroeste sobre aspectos relacionados à gravidez naadolescência. Esta Pesquisa descritiva, transversal, quantitativa, com coleta dedados primários foi realizada através de entrevista estruturada a adolescentes e profissionais de saúde na unidadede saúde, escolas públicas, em visitasdomiciliares e em rodas de conversas agendadas em diversos locais do bairro.Foram entrevistados 28 Agentes Comunitários de Saúde. Verificou-se que53,8% dos ACS referiram não saber a frequência das campanhasconcernentes à gravidez na adolescência realizadas na unidade de saúde,mesmo com 69,2% deles referindo que participavam das campanhasrealizadas. Também foram entrevistados outros 33 profissionais da saúde daunidade e observou-se que uma incidência maiorde infecções urinárias foicitada por 42,4% destes e o diabetes gestacional em gravidez de adolescentefoi citada por 12,1%, ressaltando necessidade de capacitações e educaçãocontinuada dos profissionais. Foram entrevistadas 107 meninas adolescents de 14a 18 anos e observou-se que 55,1% não citaram redução do número deparceiros como forma de prevenção de gravidez na adolescência, assim como34,6% acreditam que vacinação contra HIV antes do início da vida sexual ouexame preventivo de colo uterino, citado por 46,7%, são métodos de prevençãode gravidez na adolescência, reforçando a necessidade de levar informaçõesde qualidade a esse público.
The purpose of thisstudy was to investigate the knowledge held about andpractices adopted to deal with adolescent pregnancy by primary-careprofessionals working in the Jardim Noroeste neighborhood of Campo Grande,Mato Grosso do Sul state, Midwest Brazil, and by girls aged 14-18, most ofwhom resided in this same neighborhood. This descriptive, cross-sectional,quantitative study drew on primary data collected from structured interviews atthe local basic health unit (BHU) and public schools, and also during homevisits and from discussion circles at various locations in the neighborhood. Most(53.8%) of the 28 community healthcare workers interviewed reported notknowing the frequency with which awareness-raising campaigns on adolescentpregnancy were run at the BHU, despite 69.2% reported participating in thecampaigns. Among another 33 health professionals from the unit, 42.4% and12.1% mentioned a high incidence of urinary infections and gestational diabetesin adolescent pregnancy, respectively. This highlights the need for training andcontinued education of professionals. Of the 107 girls interviewed, 55.1% didnot mention reducing the number of partners to prevent pregnancy, while 34.6%believe that vaccination against HIV before the onset of sexual life or preventivecervical exams, mentioned by 46.7%, can prevent pregnancy, reinforcing theneed to provide quality information to this public.
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