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IA, lucha antiterrorista y gobernanza mundial: estado de la cuestión

    1. [1] Universidad Complutense de Madrid

      Universidad Complutense de Madrid

      Madrid, España

  • Localización: Revista de Paz y Conflictos, ISSN-e 1988-7221, Nº. 17, 2024, págs. 205-221
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • AI, counter-terrorism and global governance: state of the art
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo ilustra el modo en que la emergente gobernanza mundial de la IA aborda actualmente su uso en la lucha contra el terrorismo. Muestra que la lucha antiterrorista representa una excepción problemática en muchas de las normativas legales sobre IA que están surgiendo. Al mismo tiempo, aunque se aborda de algún modo en los informes y buenas prácticas de la lucha antiterrorista, también se echa problemáticamente en falta una conversación jurídica sobre la IA dentro de la arquitectura mundial de la lucha antiterrorista. El artículo termina haciendo un llamamiento urgente a las instituciones internacionales para que hagan más por regular el uso de la IA en la lucha antiterrorista, ya que esta tecnología puede implicar riesgos importantes en términos de abusos de los derechos humanos por parte de actores más poderosos.

       

    • English

      This article illustrates how AI uses in counter-terrorism is currently dealt with by the emerging global AI governance. It shows that counter-terrorism represents a problematic exception in many of the legal regulations of AI that are emerging. At the same time, while it is somehow addressed in counter-terrorism reports and best practices, a legal conversation about AI within the global counter-terrorism architecture is also problematically lacking. The article ends by putting forward an urgent call to international institutions to do more to regulate the use of AI in counter-terrorism as this technology may imply important risks in terms of human rights abuses by powerful actors.

    • português

      Este artigo ilustra a forma como a utilização da IA no combate ao terrorismo é atualmente tratada pela emergente governação global da IA. Mostra que o contra-terrorismo representa uma exceção problemática em muitos dos regulamentos legais da IA que estão a surgir. Ao mesmo tempo, embora seja de alguma forma abordado nos relatórios e nas melhores práticas de luta contra o terrorismo, falta também, de forma problemática, um debate jurídico sobre a IA no âmbito da arquitetura global de luta contra o terrorismo. O artigo termina com um apelo urgente às instituições internacionais para que façam mais para regulamentar a utilização da IA na luta contra o terrorismo, uma vez que esta tecnologia pode implicar riscos importantes em termos de abusos dos direitos humanos por parte de actores poderosos.

       


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