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O centro industrial do Rio de Janeiro, a federação das indústrias do estado da Guanabara e o conselho superior das classes produtoras: organização política e captação de recursos financeiros

    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Ars Historica, ISSN-e 2178-244X, Nº. 27, 2024 (Ejemplar dedicado a: 60 anos do golpe de 1964: espaços, narrativas e novas perspectivas sobre a Ditadura Militar no Brasil), págs. 133-153
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The centro industrial do Rio de Janeiro, the federação das indústrias do estado da Guanabara, and the conselho superior das classes produtoras do Rio de Janeiro: political organization and capture of financial resources
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This work aims to demonstrate one of the various forms of capture resources by the coup-led entity, the Superior Conselho Superior das Classes Produtoras, as well as scrutinize the political actions that unfolded between the Centro Industrial do Rio de Janeiro and the Federação das Indústrias do Estado da Guanabara with the Conselho Superior das Classes Produtoras from 1960 to 1964. Drawing upon the theoretical framework introduced by Antonio Gramsci, we comprehend that these entities establish themselves as private apparatuses of hegemony, with their members constituting the organic elite of the class. To grasp the political actions advocated by members of CIRJ and FIEGA during the 1960s, we trace their trajectories, one dating back to the Empire and the other to the Vargas era

    • português

      Este trabalho tem por objetivo demonstrar uma das formas de cooptação de recursos da entidade subversiva Conselho Superior das Classes Produtoras, bem como escrutinar a ação política que ocorria entre o Centro Industrial do Rio de Janeiro (CIRJ) e a Federação das Indústrias da Guanabara (FIEGA) com o Conselho Superior das Classes Produtoras entre os anos de 1960 e 1964. A partir do referencial teórico de Antonio Gramsci, entendemos que essas entidades constituem-se como aparelhos privados de hegemonia e os seus integrantes, como a elite orgânica da classe. Para entendermos a ação política propagada pelos membros do CIRJ e da FIEGA durante a década de 1960 remontamos as suas trajetórias, uma que inicia-se no período imperial e, a outra, na era Vargas.


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