Colombia
El artículo propone una discusión teórica sobre el concepto de fricción en la perspectiva dos pensadoras; Donna Haraway (2008, 2018) y Anna Tsing (2005, 2015), como categoría de análisis en la comprensión de la cohabitación (Besse, 2019) entre formas de vida humanas y más que humanas, más allá de los antagonismos tradicionalmente asociados a la escisión naturaleza-cultura. Estos antagonismos han generado una separación colonial, artificial y jerárquica que carece de sentido en la actualidad. Para situar esta discusión, se presenta en paralelo la obra "Weather Patterns" de Olafur Eliasson, que representa una fricción entre naturaleza, cultura y tecnología. Esta instalación interactiva simula tormentas en un espacio controlado, desafiando las concepciones convencionales de nuestra relación con el entorno natural. A través de esta discusión, se busca ampliar la comprensión de las complejidades presentes en nuestras interacciones y co-habitancias (2019) interespecies e intermaterialidades, promoviendo una reflexión crítica sobre las dinámicas y los desafíos contemporáneos relacionados con fricciones generativas y de co-producción más que de oposición entre lo humano y lo más que humano (Puig de Bellacas, 2014, 2019); es decir descifrar los anudamientos entre diferentes tramas de vida (Noguera, 2008, 2018, 2020) que generan nuevas posibilidades de coexistencia, desafiando las narrativas dominantes, dando lugar a nuevas formas de conocimiento donde el concepto de fricción tiene mucho que aportar como marco analítico e interpretativo.
The article proposes a theoretical discussion on the concept of friction from the perspective of two thinkers; Donna Haraway (2008, 2018) and Anna Tsing (2005, 2015), as a category of analysis in the understanding of cohabitation (Besse, 2019) between human and more-than-human forms of life, beyond the antagonisms traditionally associated with nature-culture split. These antagonisms have generated a colonial, artificial and hierarchical separation that makes no sense today. To situate this discussion, the work "Weather Patterns" by Olafur Eliasson is presented in parallel, which represents a friction between nature, culture and technology. This interactive installation simulates storms in a controlled space, challenging conventional conceptions of our relationship with the natural environment. Through this discussion, we seek to expand the understanding of the complexities present in our interactions and co-habitations (2019) interspecies and intermaterialities, promoting a critical reflection on the dynamics and contemporary challenges related to generative frictions and co-production more that of opposition between the human and the more than human (Puig de Bellacas, 2014, 2019); that is, deciphering the knots between different plots of life (Noguera, 2008, 2018, 2020) that generate new possibilities of coexistence, challenging the dominant narratives, giving rise to new forms of knowledge where the concept of friction has a lot to contribute as an analytical framework. and interpretive.
O artigo propõe uma discussão teórica sobre o conceito de atrito na perspectiva de dois pensadores; Donna Haraway (2008, 2018) e Anna Tsing (2005, 2015), como categoria de análise na compreensão da coabitação (Besse, 2019) entre formas de vida humanas e mais-que-humanas, para além dos antagonismos tradicionalmente associados à natureza - divisão cultural. Estes antagonismos geraram uma separação colonial, artificial e hierárquica que hoje não faz sentido. Para situar essa discussão, é apresentada paralelamente a obra “Weather Patterns” de Olafur Eliasson, que representa um atrito entre natureza, cultura e tecnologia. Esta instalação interativa simula tempestades num espaço controlado, desafiando as concepções convencionais da nossa relação com o ambiente natural. Através desta discussão, buscamos ampliar a compreensão das complexidades presentes em nossas interações e coabitações (2019) interespécies e intermaterialidades, promovendo uma reflexão crítica sobre as dinâmicas e desafios contemporâneos relacionados a fricções generativas e coprodução mais do que de oposição entre o humano e o mais que humano (Puig de Bellacas, 2014, 2019); isto é, decifrar os nós entre diferentes tramas da vida (Noguera, 2008, 2018, 2020) que geram novas possibilidades de convivência, desafiando as narrativas dominantes, dando origem a novas formas de conhecimento onde o conceito de fricção tem muito a contribuir como um quadro analítico e interpretativo.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados