Brasil
“Não existe nada mais revolucionário que ser uma pute travestigênere [...]”– afirma abertamente a ativista LGBTQIAPNB+ Indianarae Siqueira (Siqueira, 2024), por meio de postagem em uma de suas redes sociais. Apresentar-se sob esses termos é resultado das lutas que Indianarae vivencia, há quase três décadas, frente ao Estado, pela conquista de diretos a populações vulnerabilizadas, principalmente travestis, pessoas trans e não-binárias.
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