Brasil
At the intersections of gender, race, and class, Aparecida emerges as a haunting figure, giving access to that which is marginalized, repressed, trivialized, and denied. The ritual process of popular Catholicism produces a montage effect: Aparecida and the she-wolf. Uncanny similarities between these ghost figures are explored. Following a sequence of performances involving Aparecida in the basilica; the she-wolf in the amusement park; and ladies of Devils’Hole, in their daily dramas; one sees how, as a flashing image, the abject body in performance, even if repressed, becomes meaningful for devotees of Our Lady in critical life-threatening situations.
Nas intersecções de gênero, raça e classe, Nossa Senhora Aparecida emerge como uma figura assombrosa – ou aparição –, dando acesso a elementos marginalizados, reprimidos, trivializados e negados. O processo ritual do catolicismo popular produz um efeito de montagem: Aparecida e a mulher-loba. As semelhanças entre essas duas figuras surpreendem. Seguindo a sequência de performances de Aparecida na basílica; da mulher-loba no parque de diversões; e das senhoras do Buraco dos Capetas em seus dramas cotidianos; descobre-se como o corpo abjeto em performance, mesmo sendo reprimido, lampeja de modo significativo para devotas e devotos em situações críticas e de risco.
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