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Presentamos una revisión teórica sobre la relación mujeres-brujas, naturaleza, re-existencias y resistencias afrodiaspóricas en Latinoamérica y el Caribe, ante la división moderna/colonial entre lo humano y no humano. Problematizamos las diversas formas de violencia y discriminación contra las mujeres subalternizadas, en particular aquellas denominadas “brujas”; también el silenciamiento epistémico moderno/colonial de los saberes otros. Los ejes de interpretación, construidos como categorías emergentes del análisis cualitativo, abordan la persecución de las mujeres-brujas y el capitalismo, la relación con la naturaleza, brujería y saberes otros, y la resistencia descolonial de las mujeres en la afrodiáspora. El reto para la Psicología está en descolonizar el modo de entender la naturaleza y proponer investigaciones capaces de acercarse a otras interpretaciones del mundo, otras formas de conocer, de ser y existir, como las de las mujeres-brujas. Su relación con la naturaleza, no sigue la ontológica moderna, dual, patriarcal y capitalista; por el contrario, las plantas, los animales, los minerales, entes y divinidades configuran su cotidianidad, sus re-existencias y resistencias.
We present a theoretical review on the relationship women-witches, nature, re-existences and afro-diasporic resistance in Latin America and the Caribbean, in the face of the modern/colonial division between the human and the non-human. We problematize the various forms of violence and discrimination against subalternized women, in particular those called "witches"; also the modern/colonial epistemic silencing of other knowledge. The axes of interpretation, constructed as emerging categories of the qualitative analysis, deal with the persecution of women-witches and capitalism, the relationship with nature and, the decolonial resistance of women in the afrodiaspora The challenge for Psychology is to decolonize the way of understanding nature and propose research capable of approaching other interpretations of the world, other ways of knowing, being and existing, such as those of women-witches. His relationship with nature does not follow the modern, dual, patriarchal and capitalist ontology; on the contrary, plants, animals, minerals, entities and divinities configure their daily life, their re-existence and resistance.
Apresentamos uma revisão teórica da relação entre as mulheres-bruxas, a natureza, as re-existências e as resistências afro-diaspóricas na América Latina e no Caribe, em face da divisão moderna/colonial entre o humano e o não-humano. Problematizamos as várias formas de violência e discriminação contra as mulheres subalternizadas, particularmente aquelas chamadas de “bruxas”, bem como o silenciamento epistêmico moderno/colonial de outros saberes. Os eixos de interpretação, construídos como categorias que emergem da análise qualitativa, abordam a perseguição das mulheres-bruxas e o capitalismo, a relação com a natureza, a bruxaria e outros conhecimentos, e a resistência descolonial das mulheres na diáspora africana. O desafio para a psicologia é descolonizar a forma de compreender a natureza e propor pesquisas capazes de abordar outras interpretações do mundo, outras formas de conhecer, de ser e de existir, como as das mulheres-bruxas. Sua relação com a natureza não segue a ontologia moderna, dual, patriarcal e capitalista; ao contrário, plantas, animais, minerais, entidades e divindades configuram sua vida cotidiana, sua re-existência e resistência.
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