This article seeks to reflect upon the interaction between film culture and both the LGBTQIA+ communities and society at large in the twenty-first century, an interaction (and film production) that has increased exponentially during the period under examination, in large measure as a result of the diversity agenda, along with broader access to film funding. After providing a context to queer filmmaking in Brazil and to exhibition in the 21st century, the article analyses three key films from the last 6 years: Praia do Futuro (Future Beach, Karim Ainouz, 2014), Mãe só há uma (Don’t Call Me Son, Anna Muylaert, 2016) and Bixa Travesty (Tranny Fag, Kiko Goifman and Claudia Priscilla, 2018).
Este artigo procura analisar a interação entre a cultura cinematográfica brasileira, as comunidades LGBTQIA+ e a sociedade em geral no começo do século XXI, uma interação (e produção cinematográfica) que aumentou exponencialmente durante o período destacado, em grande parte como resultado do alcance aos meios de produção de grupos historicamente segregados, juntamente com maior acesso ao financiamento de filmes. Após contextualizar a produção de filmes queer e a exibição dos mesmos no século 21 no Brasil, o artigo analisará os seguintes filmes lançados nos últimos seis anos: Praia do Futuro (Karim Ainouz, 2014), Mãe só há uma (Anna Muylaert, 2016) e Bixa Travesty (Kiko Goifman e Claudia Priscilla, 2018)
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