Brasil
Es reseña de:
As novas políticas sociais brasileiras na saúde e na assistência: produção local do serviço e relações de gênero
I.P.H. George, Y.G. Dos Santos
Belo Horizonte : Fino Traco, 2016
¿Qué hay de nuevo en las políticas sociales brasileñas? ¿Cómo puede contribuir la discusión de género a pensar en estas nuevas políticas? ¿Mercantilización de la pobreza, privatización y subcontratación de servicios en salud y cuidados? ¿En qué medida la experiencia de São Paulo contribuye a pensar en el contexto de emergencia y popularización de políticas orientadas a los programas de transferencias monetarias condicionadas? Cuando leemos el título y el resumen del libro, surgen estas preguntas, que nos hacen recorrer con entusiasmo cada página en busca de nuevas perspectivas y discusiones sobre el tema. Y, de hecho, los autores logran discutir cada uno de estos puntos a lo largo de este trabajo, que es el resultado de una extensa investigación de carácter etnográfico en la periferia de la ciudad más grande de América Latina.
What's new in Brazilian social policies? How can the gender discussion contribute to thinking about these new policies? Commodification of poverty, privatization and outsourcing of services in health and care? To what extent does the São Paulo experience contribute to thinking about the context of emergence and popularization of policies aimed at conditional cash transfer programs? When we read the title and summary of the book, these questions arise, which make us eagerly go through each page in search of new perspectives and discussions on the topic. And, in fact, the authors manage to discuss each of these points throughout this work, which is the result of extensive research of an ethnographic character on the periphery of the largest city in Latin America.
O que há de novo nas políticas sociais brasileiras? Em que a discussão de gênero pode contribuir para pensar essa novas políticas? Mercantilização da pobreza, privatização e terceirização dos serviços na saúde e na assistência? Em que medida a experiência paulistana contribui para pensarmos o contexto de emergência e popularização de políticas voltadas a programas de transferência condicionada de renda? Ao lermos o título e o sumário do livro, surgem essas questões, que nos fazem avidamente percorrer cada página em busca de novos olhares e discussões sobre o tema. E, de fato, as autoras conseguem discutir cada um desses pontos ao longo desta obra, que é resultado de uma extensa pesquisa de caráter etnográfico na periferia da maior cidade da América Latina.
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