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Reflexões sobre perspectivas africanas de gênero

    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Cadernos Pagu, ISSN-e 1809-4449, ISSN 0104-8333, Nº. 58, 2020
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Reflexiones sobre las perspectivas de género africanas
    • Reflections on african gender perspectives
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo tiene como objetivo plantear los aportes de lo que podría denominarse una perspectiva africana para los estudios de género y los estudios feministas, a partir de los trabajos y provocaciones de los autores nigerianos Ifi Amadiume y Oyèrónké Oyěwùmí, sumando a sus críticas con discusiones sobre estudios de género, a partir de principalmente en los pensamientos de Judith Butler y Marilyn Strathern. Luego traigo el caso particular de la autora danesa Signe Arnfred y su trabajo de campo en el norte de Mozambique para reflexionar sobre cómo tanto la etnografía como los cambios teóricos que la crítica africana del feminismo hizo posible han influido en su trabajo, específicamente en lo que respecta al análisis de los ritos. de la iniciación femenina en contextos macuas.

    • English

      The article presents contributions of what could be called an African perspective for gender and feminist studies, based on the works and provocations of the Nigerian authors Ifi Amadiume and Oyèrónké Oyěwùmí. Their discussions will be considered in relation to other theories of gender studies, mainly the work of Judith Butler and Marilyn Strathern. Then, the particular case of Danish author Signe Arnfred and her fieldwork in northern Mozambique will be used to consider how both ethnography and theoretical displacements - made possible by the African critique on feminism -have influenced her work, specifically with regard to the analysis of female initiation rites in Makhuwa contexts.

    • português

      O artigo pretende trazer à tona as contribuições do que se poderia chamar uma perspectiva africana para os estudos de gênero e estudos feministas, a partir das obras e provocações das autoras nigerianas Ifi Amadiume e Oyèrónké Oyěwùmí, matizando suas críticas com discussões dos estudos de gênero, baseadas, sobretudo, nos pensamentos de Judith Butler e Marilyn Strathern. Em seguida trago o caso particular da autora dinamarquesa Signe Arnfred e seu trabalho de campo no norte de Moçambique para pensar como tanto a etnografia quanto os deslocamentos teóricos possibilitados pela crítica africana ao feminismo infletiram em seu trabalho, especificamente no que concerne a análise dos ritos de iniciação femininos em contextos macuas.


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