Brasil
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Este artículo es parte de un ejercicio etnográfico conjunto con miras a problematizar las nociones de "periferia", o de lo "periférico", vinculadas a ciertos marcadores sociales de diferencia presentes en las circulaciones de sujetos que se autoidentifican a través de la masculinidad y (homo )) sexualidad. Desde dos campos de la ciudad de São Paulo, discutimos las posibilidades de cruzar aportes de la geografía feminista a los estudios antropológicos urbanos y viceversa, partiendo principalmente de la producción del espacio a través de las circulaciones de los sujetos.
This article is part of a joint ethnographic exercise to problematize notions of “periphery”, or what is “peripheral”, articulated to certain social markers of difference present in the circulations of subjects who self-identify as masculine and (homo)sexual. Based on two fields of study applied to the city of São Paulo, we discuss the possibilities of crossing contributions from feminist geography with urban anthropological studies, and vice versa, mainly considering the production of space caused by the circulation of subjects.
Este artigo é parte de um exercício etnográfico conjunto com vistas a problematizar noções de “periferia”, ou do que é “periférico”, articuladas a determinados marcadores sociais da diferença presentes nas circulações de sujeitos que se autoidentificam pela via da masculinidade e da (homo)sexualidade. A partir de dois campos na cidade de São Paulo, discutimos as possibilidades de cruzar contribuições da geografia feminista para os estudos antropológicos urbanos e vice-versa, partindo principalmente da produção do espaço pelas circulações dos sujeitos.
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