Brasil
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In this article we present the case study of the visual album of the singer and composer Luedji Luna, Bom Mesmo é Estar Debaixo d'Água (2020) with the objective of evaluating the contribution of black feminist women to the current music scene in Salvador. As part of the Black Atlantic diasporic music network, this scene, which has been renewing itself since 2009, is what we call the Afro-Latin scene. Mobilizing notions such as intersectionality, gendered racism and music scenes, this work seeks to think about the concept of music scene from a dialogue with race and gender issues in a decolonial perspective, which allows us to understand the visibilities and invisibilities of urban cultural phenomena and contemporaries in black and Latino cities like Salvador.
Neste artigo, trazemos o estudo de caso do álbum visual da cantora e compositora Luedji Luna, Bom mesmo é estar debaixo d'água (2020), com o objetivo de avaliar a contribuição das mulheres negras feministas para a atual cena musical de Salvador. Ao fazer parte da rede de música diaspórica do Atlântico Negro, essa cena, que vem se renovando desde 2009, é por nós chamada de cena afrolatina. Mobilizando noções como interseccionalidade, racismo genderizado e cenas musicais, este trabalho busca pensar o conceito de cena musical a partir de um diálogo com questões de raça e gênero em uma perspectiva decolonial, o que nos permite compreender as visibilidades e invisibilidades de fenômenos culturais urbanos e contemporâneos em cidades negras e latinas como Salvador.
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