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She leads expediction: Maria Czaplicka trajectory in the history of anthropology

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: Cadernos Pagu, ISSN-e 1809-4449, ISSN 0104-8333, Nº. 68, 2023
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • She leads expediction: a trajetória de Maria Czaplicka na história da antropologia
  • Es reseña de:

    • Maria Czaplicka. Gender, Shamanism, Race. An anthropological biography

      Grazyna Kubica

      Lincoln : University of Nebraska Press, 2020

  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In the book “Maria Czaplicka. Gender, Shamanism, Race. An anthropological biography” (2020), Grazyna Kubica presents the biography of the Polish anthropologist Maria Czaplicka (1884-1921), contemporary of Bronislaw Malinowski at the London School of Economics. Both left their country to study anthropology from a new perspective, since in Poland it was still perceived as a physical science (Kubica, 2020). The book launched in 2020 is defined by the author as a “history of critical and feminist anthropology”, and her choice to look at Maria Czaplicka’s trajectory is justified by the enigmatic figure of this woman in the history of anthropology. With almost 700 pages and about 31 chapters, it is a breath-taking survey within the field of historiography. The author is a Polish anthropologist who, for years, carried out documentary research around the world, and in this work she proposes a more panoramic perspective that crosses national lines and argues that the historiography of anthropology needs a theory that goes beyond the dichotomy between presentism and historicism. established by George Stocking in the 1960s1

    • português

      No livro Maria Czaplicka. Gender, Shamanism, Race. An anthropological biography (2020), Grazyna Kubica apresenta a biografia da antropóloga Maria Czaplicka (1884-1921), polonesa e contemporânea de Bronislaw Malinowski na London School of Economics. Ambos saíram de seu país para estudar antropologia sob uma nova perspectiva, já que na Polônia ainda era percebida como uma ciência física (Kubica, 2020). O livro, lançado em 2020, é definido pela autora como sendo uma "história da antropologia crítica e feminista", e sua escolha para olhar para a trajetória de Maria Czaplicka justifica-se pela figura enigmática dessa mulher na história da antropologia. Com quase 700 páginas e cerca de 31 capítulos, trata-se uma pesquisa de fôlego dentro do campo da historiografia. A autora é uma antropóloga polonesa que, durante anos, realizou pesquisa documental pelo mundo e, nessa obra, propõe uma perspectiva mais panorâmica que atravessa as linhas nacionais e defende que a historiografia da antropologia precisa de uma teoria que vá além da dicotomia entre presentismo e historicismo estabelecida por George Stocking na década de 1960.


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