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Um segredo público: o viver assistido, cuidadores, globalização

    1. [1] University of Washington

      University of Washington

      Estados Unidos

  • Localización: Cadernos Pagu, ISSN-e 1809-4449, ISSN 0104-8333, Nº. 46, 2016 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Gênero e Cuidado), págs. 17-57
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Idosos fragilizados e seus cuidadores são praticamente invisíveis nos circuitos representacionais (filmes, romances, fotografia, televisão, internet, jornais), sendo os idosos habitualmente desconsiderados como não cidadãos, e seus cuidadores geralmente não cidadãos dos Estadosnação em que trabalham. Como dar visibilidade ao que é um escandaloso segredo público da vida cotidiana, pois o cuidado dos idosos se torna cada vez mais uma questão de mercado global em nossas economias neoliberais? Este ensaio explora a representação de cuidadores e idosos, juntos, em fotografias, memórias, notícias e filmes documentais, sugerindo que uma das formas mais eficazes de reivindicar mudanças em políticas públicas é promover a compreensão das pessoas por meio de histórias e imagens. Neste estudo eu levo em conta histórias do viver assistido envolvendo idosos, que são brancos, e cuidadores remunerados, não brancos, gênero feminino e parte das cadeias globais de cuidado; essas histórias incluem o artigo do escritor estadunidense Ted Conover, Os últimos melhores amigos que o dinheiro pode comprar1 (1997), publicado no New York Times Magazine, e o documentário “Bonecas de Papel”2 (2006). De importância fundamental é o sentimento de parentesco que emerge conforme novas formas de família tomam forma.


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