Este artigo, norteado pelos conceitos de gênero, masculinidades e sexualidade, analisa os discursos de editoriais da revista Men’s Health. Identificamos nesses discursos marcas claras de valorização e defesa de novas formas de ser masculino e uma flagrante desvalorização do que chamamos de masculinidade tradicional. Consideramos que essas marcas revelam a necessidade de convencimento dos leitores, ou uma negociação de sentidos, para que esses homens adotem os padrões sugeridos pela revista sem o temor de colocarem em dúvida a sua heterossexualidade.
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