Este artigo explora as maneiras como os estrangeiros surgem como fantasia de mobilidade nas indústrias de cibercasamentos, unindo mulheres mexicanas e colombianas com homens norte-americanos. Enquanto algumas mulheres constróem seus corpos como apaixonados e eróticos para atrair oportunidades, como o casamento com homens norte-americanos, estudiosos da internet, durante a década de 1990, celebraram a Internet como um espaço utópico para a construção de si fora das limitações do corpo físico. Argumento que essas teorias – em sua visão do pós-corpo nos intercâmbios por meio da Internet – carecem de uma análise do Estado e da economia política.
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