Neste artigo propõe-se uma leitura de Vidas Secas (1938), em atenção à sonoridade que transparece no romance. Trata-se de uma obra em que a narrativa parece situar-se entre a prosa mais econômica e a poesia, irmanada à música em ritmo, métrica e rima.
This article purposes a reading of Vidas Secas (1938) with attention to the novel’s sonority. It is a work which the narrative it seems located between an economic prose and poetry, relied to the music by the rhythm, metric and rime.
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