Brasil
Bragança (Sé), Portugal
El objetivo de este artículo es acercar la teoría de la reciprocidad a la metodología de análisis de redes rurales, en el contexto del desarrollo rural endógeno en entornos de montaña. La idea principal que apoya el concepto de redes rurales es dar un nuevo significado a la expresión 'desarrollo rural'. Esta re significación surge de la observación de la diversidad de territorios y los frecuentes movimientos / migraciones de población, lo que hace que la frontera entre lo rural y lo urbano sea cada vez más invisible. Y, a partir de esta observación, surge la necesidad de una nueva metodología que pueda, al mismo tiempo, mirar los espacios a través del concepto de redes y pensar en el desarrollo como algo más allá de los intercambios de mercado. La propuesta de acercar la teoría de la reciprocidad a este contexto tiene como objetivo profundizar la comprensión sobre las organizaciones sociales, su funcionamiento y las interconexiones que se crean dentro de los grupos. Ambas teorías tienen puntos de convergencia, una de ellas es la conexión con el territorio en la formulación, aplicación y análisis de políticas públicas. Un segundo punto es la percepción de espacios basada en el concepto de redes sociales. Por lo tanto, es en el cruce de pensamientos muy cercanos que este artículo busca analizar nuevas formas de ocupación de territorios rurales, especialmente aquellos en regiones montañosas, para contribuir a la construcción de conocimiento en los escenarios de políticas públicas y desarrollo rural endógeno.
The purpose of this paper is to bring the theory of reciprocity closer to the rural networks analysis methodology, in the context of endogenous rural development in mountain environments. The main idea behind the concept of rural networks is to give a new meaning to the expression 'rural development'. This re-signification arises from the observation of the diversity of territories and populations that exist in regions that are making the border between rural and urban increasingly invisible. Moreover, from this finding, the authors identify the need for a new methodology that can, at the same time, look at the spaces through the concept of networks and think rural development as something beyond mercantile exchanges. The proposal to approach the theory of reciprocity is to better understand, and hence justify, a differentiated look within social organizations, their functioning and the interconnections that can coexist within groups. It was found, in both theories, points of convergence; one of them is to make increasingly the formulation, application and analysis of public policies. A second point is the perception of spaces from the concept of social networks. Thus, it is in the junction of very close thoughts that the article proposes the analysis of these new forms of territories occupation, especially those that are in mountainous regions and are destined to the rural production in sustainable bases, with the objective of contributing with the construction of knowledge in the scenarios of public policies and endogenous rural development.
O objetivo deste artigo é aproximar a teoria da reciprocidade da metodologia de análise das redes rurais, no contexto do desenvolvimento rural endógeno em ambientes de montanha. A principal ideia que sustenta o conceito de redes rurais é dar um novo significado à expressão ‘desenvolvimento rural’. Essa ressignificação surge a partir da constatação da diversidade de territórios e das frequentes movimentações/migrações populacionais, tornando a fronteira entre rural e urbano cada vez mais invisível. E, a partir dessa constatação, surge a necessidade de uma nova metodologia que consiga, ao mesmo tempo, olhar para os espaços por meio do conceito de redes e pensar o desenvolvimento como algo além das trocas mercantis. A proposta de aproximar a teoria da reciprocidade desse contexto tem o objetivo de aprofundar o entendimento acerca das organizações sociais, seu funcionamento e as interconexões que são criadas dentro dos grupos. Ambas as teorias possuem pontos de convergência, um deles é a conexão com o território na formulação, aplicação e análise de políticas públicas. Um segundo ponto é a percepção dos espaços a partir do conceito de redes sociais. Assim, é na junção de pensamentos muito próximos que esse artigo busca analisar novas formas de ocupação dos territórios rurais, especialmente aqueles em regiões montanhosas, de forma a contribuir para a construção de conhecimentos nos cenários das políticas públicas e do desenvolvimento rural endógeno.
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