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Guerra do brasil à covid-19: Crise e não conflito—médicos e não generais: Brazil’s war on covid-19: Crisis, not conflict—doctors, not generals

    1. [1] Universidade Federal de Goiás

      Universidade Federal de Goiás

      Brasil

    2. [2] University of Calgary

      University of Calgary

      Canadá

  • Localización: Boletim Goiano de Geografia, ISSN 0101-708X, ISSN-e 1984-8501, Vol. 40, Nº. 1, 2020 (Ejemplar dedicado a: Boletim Goiano de Geografia)
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este documento presenta primero las formas en que el gobierno del presidente Jair Bolsonaro emplea estrategias discursivas securitizadas que configuran la respuesta nacional de Brasil al COVID-19 como una cuestión de defensa y no de salud pública. A partir de esto, preguntamos: ¿qué significa hablar sobre el virus y las formas de enfrentarlo a través de los encuadramientos de guerra? Argumentamos que el gobierno de Bolsonaro encuadro la pandemia de COVID-19 como una amenaza extraterritorial, buscando crear estabilidad interna, sin lograr abordar el problema de manera efectiva. Tales encuadramientos espaciales motivados políticamente inhiben una respuesta efectiva en Brasil y representan una seria amenaza para la salud pública. Una vez que COVID-19 ha sido securitizado, la respuesta es encuadrada por la burocracia militar y no por los funcionarios de salud pública, lo que resulta en consecuencias peligrosas.

    • English

      This commentary first documents the ways in which President Jair Bolsonaro’s administration has evoked securitized discursive strategies that frame Brazil’s national response to COVID-19 as a matter of defense instead of public health. We then ask: What does it mean to talk about the virus and the ways to address it through war-framings? We argue that the Bolsonaro administration has framed the COVID-19 pandemic as an extra-territorial threat in an effort to create internal stability while failing to handle the matter effectively. Such politically motivated spatial framings inhibit an effective response in Brazil and pose a severe threat to public health. Once COVID-19 becomes securitized, the response is framed by the military bureaucracy rather than public health authorities, resulting in dangerous consequences.

    • português

      Este trabalho apresenta primeiramente as formas pelas quais o governo do presidente Jair Bolsonaro emprega estratégias discursivas securitizadas que moldam a resposta nacional do Brasil à COVID-19 como uma questão de defesa e não de saúde pública. A partir disso, perguntamos: o que significa falar sobre o vírus e formas de enfrentá-lo através de enquadramentos de guerra? Argumentamos que o governo Bolsonaro enquadrou a pandemia da COVID-19 como uma ameaça extraterritorial, buscando criar estabilidade interna, ao mesmo tempo em que não conseguiu lidar com o assunto de maneira eficaz. Tais enquadramentos espaciais com motivação política inibem uma resposta efetiva no Brasil e representam uma séria ameaça à saúde pública. Uma vez que a COVID-19 foi securitizada, a resposta é enquadrada pela burocracia militar e não pelas autoridades de saúde pública, resultando em consequências perigosas.


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