Brasil
Los caminos del desarrollo por medio de los grandes proyectos minerales en la Amazonía, más allá de los discursos que los colocan en un camino de éxitos, transformaron vidas humanas en objeto, mundo de vida en peligro y riesgo, transformando pueblos y comunidades tradicionales en obstáculos políticos y epistémicos. Esas mega empresas, en esos términos, al constituirse por los signos de la modernidad, crearon, y aún crean, zonas de diferencia, espacios extintos de la cartografía funcional al (des) arrollo. La tarea de este artículo es transformar el espacio de la memoria de los grandes proyectos minerales en la Amazonía en un territorio en conflicto, para hacer ver ruinas donde solo se ven grandes construcciones, para pensar que los procesos de territorialización de estas empresas conllevan claros recortes raciales y étnicos, lo que hace que otras territorialidades sean distintas de sus propias expresiones de vida políticamente maduras y territorialmente invisibles y prescindibles.
The development trails by way of the big mining projects in the Amazon, beyond the discourse that put them in a success path, have transformed human lives into object, have put worlds of life in danger and risk, turning both peoples and traditional communities into political and epistemic constraints. These mega projects, constituted by the modernity signs, created and still createindifference zonesanderased spaces of the functional cartography to the development. This paper’s task is to turn the memory space of the big mining projects in the Amazon into a territory in dispute so that one can notice the ruins where only big buildings are seen; to think that the territorialization processes of these projects carry clear racial and ethnic clippings which turn territories other than theirs to life expressions politically prone to be killed and territorially invisible and dispensable.
As trilhas do desenvolvimento por meio de grandes projetos minerais na Amazônia, para além dos discursos que as colocam num caminho de acertos, transformaram vidas humanas em objeto, mundos de vida em perigo e risco, transformando povos e comunidades tradicionais em entraves políticos e epistêmicos. Esses megaempreendimentos, nesses termos, ao se constituírem pelos signos da modernidade, criaram, e ainda criam, zonas de indiferença, espaços apagados da cartografia funcional ao (des)envolvimento. A tarefa deste artigo é transformar o espaço da memória dos grandes projetos minerais na Amazônia em um território em disputa, para se fazer ver ruínas onde só se enxergam grandes construções, para pensar que os processos de territorialização desses empreendimentos carregam claros recortes raciais e étnicos, o que torna outras territorialidades distintas da sua, expressões de vida politicamente matáveis e territorialmente invisíveis e dispensáveis.
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