Brasil
Un tema relativamente reciente, la titulación de territorios quilombolas, ha suscitado una intensa producción académica en Brasil, desde diferentes perspectivas analíticas. Ante esto, el presente artículo tiene como objetivo problematizar el reconocimiento de los derechos territoriales de los remanentes de comunidades de quilombos a partir de los aportes de la Teoría Crítica, más específicamente, los aportes de Axel Honneth (2003). Para ello, se utilizan datos secundarios, obtenidos de organismos gubernamentales responsables por implementar la política y otras fuentes disponibles electrónicamente, así como datos empíricos recopilados durante investigaciones cualitativas centradas en las comunidades quilombolas. Realizada en el estado de Rio Grande do Sul en 2018, esta investigación apoyó la elaboración de una tesis doctoral, siendo actualizados los datos para la elaboración del artículo. Se observó que, a pesar del reconocimiento oficial, las comunidades quilombolas continúan luchando por la realización de sus derechos, lo que continúa en la implementación de políticas públicas.
The designation of quilombola territories has recently emerged as a prominent issue in Brazil, prompting scrutiny from diverse analytical perspectives. In light of this context, this paper endeavors to interrogate the acknowledgment of territorial rights within the remaining quilombo communities through the framework of Critical Theory, particularly leveraging the insights of Axel Honneth (2003). To achieve this objective, supplementary data were procured from governmental bodies overseeing policy enactment, along with various electronic media sources. The investigation was informed by empirical evidence garnered from qualitative research centered on quilombola communities, conducted in Rio Grande do Sul in 2018. This research, instrumental in shaping a doctoral thesis, furnished updated information for this paper. Despite formal acknowledgment, it is evident that quilombola communities persist in their struggle for the realization of their rights, an endeavor that endures alongside the implementation of public policy.
Temática relativamente recente, a titulação de territórios quilombolas vem despertando intensa produção acadêmica no Brasil, sob distintas perspectivas analíticas. À vista disso, o presente artigo tem por objetivo problematizar o reconhecimento dos direitos territoriais dos remanescentes das comunidades dos quilombos a partir dos aportes da Teoria Crítica, mais especificamente, das contribuições de Axel Honneth (2003). Para tanto, são utilizados dados secundários, obtidos junto a órgãos governamentais responsáveis pela implementação da política e demais fontes disponíveis em meio eletrônico, bem como dados empíricos levantados ao longo de uma pesquisa qualitativa voltada para comunidades quilombolas. Realizada no estado do Rio Grande do Sul, em 2018, esta investigação deu suporte à elaboração de tese de doutoramento, tendo ocorrido atualização de dados para a elaboração do artigo. Observou-se que, apesar do reconhecimento oficial, as comunidades quilombolas se mantém em luta pela efetivação de direitos, a qual tem prosseguimento na implementação da política pública.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados