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Por uma ratografia do presente em O riso dos ratos, de Joca R. Terron

    1. [1] Universidade Estadual do Centro Oeste - UNICENTRO
  • Localización: FronteiraZ, ISSN-e 1983-4373, Nº. 31, 2023 (Ejemplar dedicado a: Literatura, tensões sociais, políticas e educação para as relações étnico-raciais), págs. 142-160
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • For a ratography of the present in The Laughter of the Rats, by Joca R. Terron
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article aims to verify how the figure of the rat present in some texts, especially in The laughter of the rats, by Joca R. Terron, denotes a political-aesthetic reading of time. In a kind of construction of the writing of the rat, wich we call ratography, we list, in addition to Terron's book, "Josefina, a cantora", by Franz Kafka, Os ratos, by Dyonelio Machado, "Seminário dos ratos", by Lygia Fagundes Telles, "O riso do rato", by Samuel Rawet, to arrive at the idea that this figure writes about his time, but mainly, he writes about what endures time and is associated with social, political and historical problems, especially violence. As theoretical framework, we take the works of Deleuze and Guattari (2003, 1997), Derrida (2002), Foucault (1999, 1978), Lestel (2007), Maciel (2021), Oliveira (2009).

    • português

      Este artigo tem o objetivo de verificar como a figura do rato, presente em alguns textos, em especial, em O riso dos ratos (2021), de Joca R. Terron, denota uma leitura político-estética do tempo. Numa espécie de construção da escrita do rato, o que nomeamos de ratografia, elencamos, além do livro de Terron, “Josefina, a cantora”, de Franz Kafka, Os ratos, de Dyonelio Machado, “Seminário dos ratos”, de Lygia Fagundes Telles, e “O riso do rato”, de Samuel Rawet, para chegarmos à ideia de que essa figura escreve sobre o seu tempo, mas, principalmente, escreve sobre aquilo que perdura no tempo e está associado aos problemas sociais, políticos e históricos, sobretudo a violência. Como referencial teórico, tomamos os trabalhos de Deleuze e Guattari (2003, 1997), Derrida (2002), Foucault (1999, 1978), Lestel (2007), Maciel (2021), Oliveira (2009).


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