This article aims at analyzing the audiovisual narrative “Emicida: Amarelo – é tudo pra ontem” (2020) as part of a critical material about the Modern Art Week from the perspective of a black individual in contemporary society. In this documentary, recorded at the Teatro Municipal de São Paulo, Emicida rewrites black history in Brazil, using fragmented images of the present and the past, expanding the ways of understanding the Week of 22. Thus, this article aims at understanding aspects of contemporary black narrativity from the borders of the Modern Art Week, by resorting to some reflections made by Achille Mbembe (2018) about the power of black creativity in a grim scenario, by Maria Angélica Melendi (2017) about artistic strategies in times of barbarism, and by Walter Benjamin (2012), Jeanne Marie Gagnebin (2018) and the Márcio Seligmann-Silva (2008) about the rewriting of history and the narration of traumatic experiences.
Busca-se, neste artigo, analisar a narrativa audiovisual “Emicida: Amarelo – é tudo pra ontem” (2020) como parte de um material crítico que possibilita reflexões sobre a Semana de Arte Moderna a partir da perspectiva do indivíduo negro inserido na sociedade contemporânea. Nesse documentário, gravado no Theatro Municipal de São Paulo, Emicida reescreve a história negra no Brasil, utilizando-se de imagens fragmentadas do passado e do presente, expandido ainda os modos de se compreender a Semana de 22. Sendo assim, este artigo almejará entender aspectos da narratividade negra contemporânea a partir das bordas da Semana de Arte Moderna, por meio de algumas reflexões de Achille Mbembe (2018), sobre a força da criatividade negra em meio a um cenário de catástrofes, de Angélica Melendi (2017), a respeito das estratégias artísticas em momentos de barbárie, e de Walter Benjamin (2012), Jeanne Marie Gagnebin (2018) e Márcio Seligmann-Silva (2008) acerca da reescrita da história e da narração de experiências traumáticas.
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