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O acalanto e suas ressonâncias no infans: : uma abertura para a linguagem a partir da dimensão sonora da voz

    1. [1] Núcleo de Estudos Psicanalíticos - NINAR/RECIFE
  • Localización: FronteiraZ, ISSN-e 1983-4373, Nº. 28, 2022 (Ejemplar dedicado a: The word in literature and in other forms of art), págs. 64-78
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The lullaby and its resonances in infans: an opening for language from the sound dimension of the voice : uma abertura para a linguagem a partir da dimensão sonora da voz
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      O texto propõe trabalhar sobre a dimensão sonora da voz mobilizada no acalanto como abertura para a linguagem. A partir do conflito transmitido pela voz materna, retomamos a tese de Vives de que a linguagem se situa numa tensão, nunca apaziguada, entre sentido e musicalidade, utilizando como aporte teórico Freud, Lacan, Didier-Weill, Maliska, Orrado e Vives, entre outros. Metodologicamente, realizaremos uma discussão teórica sobre a relação entre voz, corpo, invocação e linguagem no acalanto a partir de um exemplo ilustrativo do Autoacalanto, canção composta por Caetano Veloso para o neto, Benjamin. Nela o compositor e avô se pregunta: O que é mesmo que isso me ensina? Tal questionamento tange nosso ouvido musical e nos faz pensar na voz cantada no acalanto como possibilidade de laço, inserindo a criança no discurso e na linguagem.

    • English

      This text aims at discussing the sound dimension of the voice mobilized in a lullaby as an opening for language. Based on the conflict conveyed by the mother’s voice, we resume Vivès’ thesis that language is situated in a tension area, never pacified, between sense and musicality, by using as theoretical background concepts developed by Freud, Lacan, Didier-Weill, Maliska, Orrado and Vives, among others. Methodologically, we will conduct a theoretical discussion about the relationship among voice, body, invocation, and language in a lullaby based on an illustrative example of Autoacalanto, a song composed by Caetano Veloso for his grandson, Benjamin. In it the composer and grandfather asks himself: What does this really teach me? This questioning touches our musical ear and makes us think of the voice sung in a lullaby as a possible bond, inserting the child in discourse and language.


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