Brasil
The (auto)biography of Mahommah Gardo Baquaqua, in its personal and collective condition, expresses resistance movements that, placing diasporic subjects, effect important resistance movements. In this sense, the present discussion proposes to emphasize the relationship between contemporaneity and ancestry in this narrative, emphasizing the textual dynamics that establish ruptures in the colonizing white-referenced discourse of European order. Based on a critical-bibliographic approach, the proposal has as main contributions the assumptions about ancestry (MARTINS, 2001; OLIVEIRA, 2020), contemporaneity (AUGUSTO, 2018), and black humanity (MORAIS, 2020). The premise is to conceive the author's (auto)biography as both an ancestral and contemporary expression that triggers the deterritorialization of excluding paradigms. As a result, it is noted that the writing of Mahommah Gardo Baquaqua stars author identities that recognize the body as a territory of struggle and collective-community resistance.
A (auto)biografia de Mahommah Gardo Baquaqua, em sua dimensão pessoal-coletiva, reverbera sentidos a contrapelo que, situando sujeitos diaspóricos, efetua importantes movimentos de resistência. Nesse sentido, a presente discussão propõe ressaltar a relação entre contemporaneidade e ancestralidade nessa narrativa, ressaltando a dinâmica textual que estabelece brechas no discurso branco-referenciado colonizatório de ordem europeia. Pautando-se em abordagem crítico-bibliográfica, a proposta tem como principais aportes as premissas acerca de ancestralidade (MARTINS, 2001; OLIVEIRA, 2020), contemporaneidade (AUGUSTO, 2018) e humanidade negra (MORAIS, 2020). A premissa é conceber a (auto)biografia do autor enquanto expressão tanto ancestral quanto contemporânea que aciona a desterritorialização de paradigmas excludentes. Como resultado, nota-se que a escrita de Mahommah Gardo Baquaqua protagoniza identidades autorais que reconhecem o corpo enquanto território de embate e de resistência coletivo-comunitária.
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