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Imaginação erótica e errância do corpo no romance Corpo presente, de João Paulo Cuenca

    1. [1] Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e Universidade Federal de Goiás
  • Localización: FronteiraZ, ISSN-e 1983-4373, Nº. 26, 2021 (Ejemplar dedicado a: Poéticas do corpo), págs. 45-61
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O objetivo deste artigo é analisar dois tópicos no romance Corpo presente, de João Paulo Cuenca (2003): imaginação erótica e errância do corpo. Em um primeiro momento, tendo na concepção de erotismo de Octavio Paz (1994) e Georges Bataille (2013) o ponto de partida, pretende-se investigar o entrelaçamento da imaginação erótica, que busca tocar o corpo do outro, e o corpo desejado, que se dispersa, tornando-se pura errância. Já no segundo momento, levanta-se a possibilidade de ler o romance como uma crítica à mercantilização do corpo pelo modelo neoliberal. Nesse aspecto, a perda de referenciais sobre o corpo confunde os limites e os deixa imprecisos, tornando o equilíbrio problemático, quase impossível, sobretudo quando cada um precisa se construir e se desconstruir constantemente. Corpo presente coloca em evidência a necessidade de pensar o corpo em desamparo que, invertendo todos os fluxos que tentam delimitá-lo, se inscreve como corpo vivo e ativo.


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