Este trabalho discute a natureza “performática” e inter-semiótica do vídeo-poema, ligada à noção de arte como performance, isto é como um processo contínuo e não como um produto acabado, uma característica da contemporaneidade. Aspectos como virtualidade, criatividade, interatividade e imprevisibilidade na construção e recepção do vídeo-poema são discutidos aqui. Como exemplificação, serão descritos e indicados vídeo-poemas disponíveis na internet. Por último, são sugeridos alguns recursos técnicos de fácil acesso contidos no programa PowerPoint, relativos a efeitos sonoros e visuais, tanto fechados (acessáveis a partir de um repertório limitado dentro do próprio software) quanto abertos (inseridos a partir de qualquer música, filme ou vídeo já gravados), para a construção de vídeo-poemas.
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