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Erico Verissimo: história da literatura ou ficção?

  • Autores: Ângela Maria Garcia dos Santos Silva
  • Localización: Tabuleiro de Letras, ISSN-e 2176-5782, Vol. 3, Nº. Extra 1, 2010 (Ejemplar dedicado a: NÚMERO ESPECIAL PROGRAMA PROCAD: PUCRS/UNEB)
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Neste artigo, defendemos que a Breve História da Literatura Brasileira, de Erico Verissimo, é antes uma ficção do que uma história da literatura e não pode, portanto, ser classificada como tal. Para sustentarmos nossa afirmação, analisamos a obra do escritor gaúcho a partir da teoria proposta por David Perkins em seu estudo História da Literatura e Narração em que indica os elementos essenciais da narrativa para se produzir uma boa história da literatura, quais sejam: citação de fontes, narração em 3ª pessoa, clareza de objetivos, eleição de um herói, enredo da história dentro de espaço e tempo arbitrários, e argumentos com os quais o historiador deve convencer, persuadir o leitor. Depois de examinarmos cada um deles destacando passagens do texto de Verissimo que são contrárias a alguns desses itens, constatamos, por exemplo, que a falta de comprovação de dados e as intromissões que faz no texto constantemente permitindo-se, inclusive, conversar com o público/leitor, fazer comentários e contar histórias pessoais de sua infância e adolescência, denunciam a sua falta de talento para historiador e mostram claramente que se comporta como um ficcionista em todos os capítulos. Mas isso o próprio escritor explica, pois segundo suas palavras, é apenas um contador de histórias confirmando, ele mesmo, a sua falta de jeito para o texto científico objetivo.


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