Este estudo tem como objetivos: compreender o sentido e o significado que os atores atribuem a Fundação de Amparo ao Menor e perceber a importância da “Polícia Mirim”, enquanto projeto formativo, no percurso de vida desses atores e na história de vida da instituição. Do ponto de vista teórico-metodológico, optamos por uma abordagem fenomenológica interpretativa com base nos pressupostos da pesquisa histórica, qualitativa compreensiva tendo como técnica entrevistas individuais semiestruturadas e como método de apresentação de resultados a narrativa. Simultaneamente, servimo-nos do recurso ao relato (auto)biográfico, por meio das recordações das experiências e vivências como policial mirim na instituição, como revelador das relações (o capital social). Como resultados, o recurso ao relato autobiográfico mostrou ser um processo importante de autoformação, ao permitir a análise crítica dos processos vividos, no jogo de espelhos com a visão de todos os outros.
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