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A morte e o morrer na infância de imigrantes letões: representações na revista Rihta Rasa (1925-1926)

    1. [1] Universidade do Estado do Amazonas
    2. [2] Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Localización: História da Educação, ISSN-e 2236-3459, Vol. 28, Nº. 0, 2024
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A formação da colônia de imigrantes letões em Varpa, no interior de São Paulo, iniciou em 1922. Devido às condições estruturais precárias, mortes começaram a ocorrer, em especial de crianças de até 14 anos. O objetivo da presente pesquisa foi analisar textos sobre a finitude da vida, da revista Rihta Rasa, impresso publicado entre 1925 e 1939. Foi possível observar que o material deu centralidade às crianças, condição que direcionou condutas e crenças dos adultos ali ficcionalizados. A prática religiosa, articulada à predominância das crenças cristãs de matriz protestante, da denominação batista, funcionou como elo entre os membros da comunidade, o que se expressou também em suas representações da infância e da finitude. A presença regular de tais recursos indiciou a frequência da morte de crianças, bem como atualizou o emprego da retórica cristã natureza-eternidade como forma de educar e lidar com as perdas, sobretudo as mais precoces.


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