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Mídia e individuação semioestética

    1. [1] Universidade Federal Fluminense

      Universidade Federal Fluminense

      Brasil

  • Localización: Em Questão, ISSN-e 1808-5245, Vol. 16, Nº. 2, 2010, págs. 135-147
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Medios de comunicación y individuación semioestetica
    • Media and semioesthetic individuation
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo pretende asignar, para una revisión de la literatura, la producción filosófica y semiótica de las subjetividades modernas, a través de los medios de comunicación. Esto claramente articuladas y se incorporan la filosofía del empirismo (Hume) y la teoría semiótica (Peirce), de una interpretación ontológica (Deleuze) de la subjetividad contemporánea. Si la cultura en general ya produce subjetividades, los medios de comunicación en particular, especificar e intensificar algunas de estas formas de la subjetividad. Media procesos de la semiosis presupone un estado de ánimo “constitución de los sujetos” - más que por el contenido - y esto trae tanto ontológica como la evolución polí- tica. Llegamos a la conclusión que lo que llamamos “semiocapital” (o “capital semiótico”) se convirtió la postura fundamental de la actual “modos de subjetividad” - lo que significa nuevas relaciones semioesteicas de individuación, así como un nuevo poder y la impotencia de existirmos.

    • English

      This article aims to map, for a review of the literature, the philosophical and semiotic production of modern subjectivities, through the media. This clearly articulated and incorporated the philosophy of empiricism (Hume) and semiotic theory (Peirce), from an ontological interpretation (Deleuze) of contemporary subjectivity. If the culture in general already produces subjectivities, the media in particular specify and intensify some of these forms of subjectivity. Media processes of semiosis presupposes a “mood” constitution of the subjects - more so than by the content - and this brings so much ontological as political developments. We conclude that what we call “semiocapitalism” (or “semiotic capital”) became the fundamental stance of the current “modes of subjectivity” - which means new semioesthetic individuation relationships as well as new power and powerlessness existence.

    • português

      Este artigo tem como objetivo mapear, por uma revisão da literatura da área, os fundamentos filosóficos e semióticos da produção de subjetividades contemporânea, por meio das mídias. Para isso, são retomadas e articuladas a filosofia do empirismo (Hume) e a teoria semiótica (Peirce), a partir de uma interpretação ontológica (Deleuze) da subjetividade contemporânea. Se a cultura em geral já produz subjetividades, as mídias em particular especificam e intensificam algumas dessas formas de subjetivação. Os processos midiáticos de semiose pressupõem um “modo” de constituição dos sujeitos – mais pela forma do que pelo conteúdo –, e isso traz desdobramentos tanto ontológicos quanto políticos. Concluímos que aquilo que denominamos “Semiocapitalismo” (ou “Capitalismo Semiótico”) se tornou a instância fundamental dos atuais “modos de subjetivação” – o que pressupõe novas relações semioestéticas de individuação, bem como novas potências e impotências de existir. PALAVRAS-CHAVE: Mídias. Individuação semioestética. Subjetividades.


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