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Finnis entre aristóteles e kant

    1. [1] Academia Atlântico/Uningá
  • Localización: Synesis, ISSN-e 1678-6785, ISSN 1984-6754, Vol. 14, Nº. 1, 2022 (Ejemplar dedicado a: JAN.-JUL.), págs. 37-61
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Este artigo pretende propor uma avaliação crítica da obra moral do filósofo australiano John Finnis (1940-). Para isso, tentaremos delinear um debate entre sua concepção essencial da lei moral, por um lado, com a tradição clássica aristotélico-tomista da qual ele se nomeia herdeiro e, por outro, com as éticas modernas. Antes de tudo, descreveremos uma visão geral da estrutura do pensamento moral finnisiano, buscando mostrar que ele pode ser visto como uma reformulação da lei natural clássica para os contornos do debate ético e político moderno, de forma a justificar-se por aquilo que é acessível à simples razão. Será defendido aqui que o projeto de Finnis merece uma crítica ambivalente: de uma parte, por ter abandonado pontos centrais da metafísica aristotélica; de outra, por não ter empreendido um diálogo mais fértil com o principal modelo de ética moderna que também se apoia na razão comum: a filosofia moral de Immanuel Kant (1724-1804).


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