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Entre institucionalismo e classes sociais, Estado democrático de direito e ativismo político: sobre crítica da ideologia, racionalidade política e hegemonia social

    1. [1] Universidade Federal de Rondônia

      Universidade Federal de Rondônia

      Brasil

  • Localización: Synesis, ISSN-e 1678-6785, ISSN 1984-6754, Vol. 12, Nº. 1, 2020 (Ejemplar dedicado a: JAN.-JUL.), págs. 110-129
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Defendemos no artigo que o institucionalismo lógico-técnico e a despersonalização dos sujeitos políticos, assumidos pelo liberalismo político como base da justificação democracia pluralista contemporânea, não permitem o enfrentamento do fascismo em crescimento, pelo fato de que minimizam a importância da sociedade civil e despolitizam os sujeitos sociais, individualizando-os e periferizando-os. Desse modo, no liberalismo político, sujeitos sem pertença e sem localização de classe perdem o protagonismo sociopolítico, que passa a ser centralizado e dinamizado pela estrutura básica da sociedade ou pelos sistemas sociais enquanto estruturas sem sujeito, não-políticas e não-normativas, basicamente de caráter instrumental. Argumentamos que essa perspectiva política liberal precisa ser complementada com dois pontos fundamentais do marxismo, a saber, o conceito de classe socioeconômica, enquanto sujeito macroestrutural que, nos seus confrontos, contrapontos, consensos e hegemonias, dinamiza processos evolutivos amplos, e a questão da crítica da ideologia, ou seja, a entabulação de uma perspectiva de ativismo político e de crítica social assumida desde o lugar e as experiências de classe, de um sujeito social que se organiza, se compreende e age como classe socioeconômica.


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