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O paradigma político ocidental e a máquina bipolar: do poder jurídico-político ao triunfo do poder econômico-governamental

    1. [1] Unisinos
  • Localización: Synesis, ISSN-e 1678-6785, ISSN 1984-6754, Vol. 11, Nº. 1, 2019 (Ejemplar dedicado a: JAN.-JUL.), págs. 179-204
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Pretendemos, neste trabalho, analisar como Giorgio Agamben constitui a hipótese de que o paradigma político Ocidental é composto por uma encruzilhada entre as máquinas jurídico-política e a econômico-governamental. Para percorrer a genealogia de tal discussão, nosso trabalho é constituído por duas dimensões: primeiramente, voltamo-nos ao exame das fontes do Direito Romano, buscando encontrar como a máquina jurídico-política se estabelece nas dimensões da bipolaridade auctoritas e potestas e difunde a teoria da soberania a partir de sua condição biopolítica; na sequência, para ilustrar o nexo da máquina econômico-governamental, seguimos a genealogia teofilosófica de Agamben, com o intuito de mostrar os poros de cruzamentos existentes entre a teologia, a política, a economia, o governo e a filosofia. Intentamo-nos, nesse último caso, mostrar como a teoria moderna da economia é fruto de um enredo cujas dimensões são oriundas de fontes teológicas, de modo que, até o triunfo da economia moderna, foram necessários diversos intercâmbios e incorporações por parte da política e do direito em relação aos instrumentos litúrgicos da cristandade. Desse modo, buscamos, aqui, compreender em que circunstâncias Agamben alinhava seu pensamento a partir da tese de que os dispositivos de glória e de soberania permanecem entrelaçados em uma correlação bipolar, cujas implicações recaem sobre a vida dos homens


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