Brasil
O artigo examina a representação do filósofo maiorquino Ramon Llull (c. 1232-1316) no cinema de animação, comparando duas produções: o Despertaferro (1990) e uma série digital que carrega o nome do pensador (2020). Partimos da hipótese de que os avanços da historiografia luliana nas últimas décadas e a proposta do Any Llull (2015-2016) influenciaram a representação do filósofo nessa mídia contemporânea. Entre outras coisas, podemos observar uma espécie de “desmitologização” de sua figura, com a imagem do mago alquimista perdendo espaço para uma visão mais “humana” do personagem. Além das questões estéticas, levaremos em conta o contexto de produção desses materiais na Espanha, sobretudo na Catalunha e nas Ilhas Baleares.
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