Brasil
Neste artigo comparo as prescrições contidas no texto do bávaro Carl Martius, Como se deve escrever a História do Brasil, vencedor do Concurso promovido pelo Instituto Histórico Geográfico do Brasil, em 1844, e aquelas dos Editais 02/2015 e 04/2015 do Programa Nacional do Livro Didático do Ministério da Educação. Em um primeiro momento, ressalto o fato de que cada documento deva ser compreendido dentro da especificidade temporal a que estava circunscrito. E, posteriormente, concluo que, embora haja mais de 170 anos separando o artigo de Martius e os Editais publicados pelo Ministério da Educação, ambos têm pretensões normativas acerca da escrita que atendem a três dimensões: legal, política e epistêmica.
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