O artigo analisa a representação social da “favela” comparando a história urbana do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte ao longo da Primeira República. A imagem da favela substituiu a do cortiço como representação da pobreza urbana no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Construindo uma escala de comparação entre as duas cidades, a análise desenvolvida no artigo complexifica a compreensão da história da informalidade urbana no Brasil. A pesquisa foi elaborada a partir de pesquisa documental em legislações municipais de postura, na imprensa e em fotografias nas duas cidades.
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