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Disforia e fratura: A produção do conhecimento entre história e literatura na ficção moçambicana

    1. [1] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

  • Localización: História e Cultura, ISSN-e 2238-6270, ISSN 2238-6270, Vol. 9, Nº. 1, 2020 (Ejemplar dedicado a: Por uma história dos sertões: novas perspectivas e temporalidades sobre o “Brasil profundo”), págs. 421-446
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Revisitando o primeiro e mais basilar romance de Ungulani Ba Ka Khosa, Ualalapi (1987), o presente artigo objetiva delinear alguns traços da obra do escritor moçambicano, buscando investigar como, através de uma apropriação de elementos da história de Moçambique aliada à ficcionalização, Ba Ka Khosa constrói um tipo de conhecimento acerca de seu próprio país. Ao insistir nessa relação entre o trabalho estético e a apropriação criativa de elementos da história, Ba Ka Khosa faz uma opção política por um distanciamento crítico das visões mais eufóricas e otimistas acerca da compreensão dos processos históricos vividos pelas populações moçambicanas, situando sua produção literária justamente nas fraturas e nas cisões sociais e políticas de seu país.


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