Após quase oito décadas do fim oficial da Ação Integralista Brasileira (AIB), podemos ser levados a pensar que o assunto já contou com uma investigação completa e que o tema já foi exaustivamente problematizado. A AIB percorreu vários estados brasileiros e criou um acervo burocrático de grande proporção que, mesmo com a destruição de vários documentos, ainda traz à tona fatos reveladores para o estudo do integralismo. Este ensaio pretende trazer à luz um tema ainda pouco discutido pelos estudiosos: a identificação de quantos brasileiros se filiaram ao integralismo, visto que a historiografia lança números imprecisos, entre 500 mil a 1.500.000. A investigação busca auxiliar na compreensão quantitativa e contribuir com novos estudos sobre a AIB.
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