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A boa razão e o iluminismo português

    1. [1] Centro Universitário Curitiba

      Centro Universitário Curitiba

      Brasil

  • Localización: Antíteses, ISSN-e 1984-3356, Vol. 13, Nº. 25, 2020 (Ejemplar dedicado a: v13-n25), págs. 722-746
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The good reason and the portuguese enlightenment
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The aim of this article is to discuss the idea of “good reason” as a key term in the context of the Portuguese Enlightenment. As is well known, King Dom José enacted the famous law of August 18, 1769, which, due the content of his propositions, became known as the “law of good reason”. This law ended up serving to refer to the measures implemented by Marquês de Pombal in the field of Law, representing an alignment of the kingdom with the modern tendencies of jusnaturalism, connected to the process of centralization of power, secularization and organization based on a rationality adequate to the new times. In an attempt to better understand the meaning that this term assumed in the linguistic context of the 18th century in Portugal, some uses and meanings of this term are discussed in 18th century documents. In addition to the “law of good reason”, it will be analyzed some Reform documents of the University of Coimbra and LuizAntónioVerney’s true method of studying. This article also aims to contribute to a glossary of eighteen century terms for the Culture and Education in the Iberian Empires research group (CEIbero).

    • português

      Neste artigo, pretende-se discutir a ideia de “boa razão” como um termo-chave no contexto do iluminismo português. Como se sabe, o rei Dom José promulgou a famosa lei de 18 de agosto de 1769, que pelo conteúdo de suas proposições passou a ser chamada de “lei da boa razão”. Esta lei acabou servindo para fazer referência às medidas implementadas pelo Marquês de Pombal no campo do direito, representando um alinhamento do reino com as tendências do jusnaturalismo moderno, ligada ao processo de centralização do poder e de laicização e organização do Estado a partir de uma racionalidade mais adequada aos novos tempos. Na tentativa de melhor compreender o sentido que este termo assumiu no contexto lingüístico do século XVIII português, discutem-se alguns usos e significados deste termo em documentos do século XVIII. Além da “lei da boa razão”, serão analisados documentos da Reforma da Universidade de Coimbra e o Verdadeiro Método de Estudar de Luiz António Verney. Este artigo também visa contribuir para o projeto de um glossário de termos setecentistas do grupo de pesquisa Cultura e Educação nos Impérios Ibéricos (CEIbero).


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