The paper analyses the logic of repressive policy applied to the militaries after 1964’ coup. The objective is to demonstrate that the roots of this process have a direct relation with the contests of policy-ideological process for control by the Brazilian State, which occurred in the postSecond World War, and that the justifications for its use were formulated during the political debates that took place in the late 1940s. In particular, the objective is to prove that, in the courses of the Superior School of War (ESG), based on its basic principles and doctrines of national security and revolutionary war, we find the ideological, political and economic grounds for the “sanitation” carried out within the Armed Forces.
O artigo analisa a lógica das políticas repressivas aplicadas a militares após o golpe de 1964. O objetivo é demonstrar que as raízes desse processo mantém uma relação direta com os conflitos políticos-ideológicos pelo controle do Estado brasileiro, ocorridos no pós-Segunda Guerra Mundial, e que as justificativas para o seu emprego foram formuladas ao longo dos debates políticos ocorridos a partir de fins dos anos 1940. Em particular, objetiva-se comprovar que, nos cursos da Escola Superior de Guerra (ESG), tendo por base seus princípios básicos e as doutrinas de segurança nacional e de guerra revolucionária, encontramos as fundamentações ideológicas, políticas e econômicas para o “saneamento” executado no interior das Forças Armadas.
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